O jornalista Bóris Casoy, mesmo estando em época em que devia ser mais humilde, depois dos episódio onde menosprezou e humilhou os garis, abre a matéria (que você pode ler na íntegra aqui ) com um texto que é pura calúnia:
“O novo decreto de Direitos Humanos do governo federal é criticado pela sociedade e até mesmo por ministros de estado. A lei estabelece censura aos meios de comunicação, atenta contra o direito de propriedade e ainda liberdade religiosa.”
Num país com instituições plenamente democráticas, o apresentador e a empresa deveriam estar, neste momento, sendo judicialmente interpelados para provarem suas afirmações ou desmentí-las, sob as penas da lei civil brasileira. Não é preciso uma lei de imprensa para definir o que é calúnia.
Mas aqui, cumprir a lei seria instituir a ditadura sobre a imprensa.
Reparem que, com todas as críticas, não disse o mesmo naquele episódio do artigo de Cesar Benjamin. Ali, a responsabilidade é pessoal do cidadão que fez a afirmação e um jornal não é uma concessão pública.
Um canal de TV, ao contrário, é.
Animada com o exemplo da Band, ontem a Globo fez o mesmo, mas de maneira mais sutil, se é que se pode chamar de sutil um tipo de manipulação de baixos propósitos como esta, que o mesmo Azenha analisa muito bem em outro post.
Compara os planos de Direitos Humanos de Fernando Henrique e o de Lula. O primeiro, democrático; o segundo, totalitário, sobretudo, no tratamento à imprensa. Clique aqui e continue a leitura.

Nenhum comentário:
Postar um comentário