segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

PROCURADOR CRITICA SINDICATOS E NÃO CONFIRMA AUMENTO SALARIAL PARA OS SERVIDORES


Dr. Elizeu Maia, Procurador Municipal.
Dr. Elizeu Maia, Procurador Municipal

O procurador da Prefeitura Municipal de Jequié, Dr. Elizeu Maia, compareceu nesta quinta-feira (4) pela manhã, no programa jornalístico da 93 FM, a fim de defender o governo e o prefeito Luiz Amaral e contestar a decisão dos servidores de iniciar uma greve a partir da próxima segunda-feira (8), cuja decisão foi tomada numa assembléia geral convocada pelo SINSERV, SIND-ACS e outras associações do funcionalismo. Elizeu falou que, ao contrário do que dizem, o prefeito “não maltrata os servidores. Isso é uma grande inverdade. A preocupação maior dele é privilegiar o funcionalismo público do município. Às vezes falta dinheiro para qualquer coisa, menos para pagar os salários”.
“Secretários escolhidos a dedo”
Elizeu disse, também, que o governo está aberto ao diálogo, porém discorda da postura dos sindicatos. “Eles querem que o prefeito participe das negociações iniciais. Esse papel cabe aos secretários, que foram escolhidos a dedo para atuar. Além disso, o prefeito tem uma agenda ampla, às vezes precisa viajar ou manter outros contatos locais”, justificou.
“No passado, aumento de 12% foi um erro”
Quanto à questão salarial e a indefinição do reajuste deste ano, o Procurador disse que a administração está se reunindo constantemente para ver a possibilidade de conceder algum aumento. “Não estamos dizendo que não haverá algum reajuste salarial, mas também não estamos afirmando. O governo está fazendo um estudo para não incorrer no erro do ano passado, quando concedeu um aumento linear de 12% para todas as categorias, inclusive para os cargos comissionados, após a decisão da Câmara de Vereadores. Passamos um grande aperto por isso. Além do mais, muitos se lembram de governos que passaram até 8 anos sem majorar o salário dos servidores. Portanto, vamos analisar a situação econômica, o nível de arrecadação para não desobedecermos a Lei de Responsabilidade Fiscal, que estabelece um limite máximo de 51% para o repasse à folha de pagamento do servidor”.
* Blog Gicult

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