“Nós preferimos as vozes oposicionistas,
ainda quando mentirosas e injustas, ou
caluniosas, ao silêncio das ditaduras”
Dilma Vana Rousseff
Desde 2005 que os concessionários do espaço público admitido como a forma de comunicação predominante no Brasil, a radiodifusão, iniciaram um processo de encampar abertamente um dos lados do embate político democrático neste país.
Nesse processo, estando a grande mídia toda em um dos lados da disputa, sobrevém o inevitável: um dos lados é silenciado. Não completamente. Mas quando não se permite a alguns dizerem o que a outros é permitido, a censura existe.
Por obra e graça de fortunas amealhadas ao longo da história brasileira no século XX, basicamente quatro famílias amealharam o controle dos quatro maiores grupos de mídia nacionais, as Organizações Globo, o Grupo Folha, o Grupo Estado e a Editora Abril. Talvez não sejam os maiores em faturamento ou público, mas são os maiores em “amizades” políticas.
Esses grupos de mídia aliaram-se ao PSDB, ou a Fernando Henrique Cardoso e a José Serra, basicamente, bem como aos seus penduricalhos, como, por exemplo, o ora problemático PFL, ora travestido de Democratas. Feito isso, passaram a moldar todos os grandes meios de comunicação possíveis e imagináveis (com destaque para os eletrônicos, que são o que importa) à própria imagem e semelhança. Clique e leia mais.
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